
Landing page ou site: qual usar em cada campanha
Mandar anúncio para a home é o erro mais comum e mais caro. Quando vale criar uma página só para a campanha — e quando não vale.
Em resumo
- A home fala com todo mundo; a landing page fala com quem clicou naquele anúncio.
- Uma página por oferta, com uma ação só, costuma converter bem mais que a home.
- Para marca conhecida e busca pelo nome da empresa, a home continua sendo o destino certo.
Quem anuncia e manda o clique para a página inicial paga caro por uma conversa que começa errado: a pessoa clicou interessada em uma coisa e chega num lugar que fala de dez.
Quando a landing page ganha
- Campanha de um serviço ou produto específico.
- Oferta com prazo, condição ou preço que não vale para o resto do catálogo.
- Público que não conhece a empresa e precisa de argumento antes de decidir.
- Quando você quer medir com clareza: uma página, uma ação, um número.
Quando a home resolve
Se a pessoa buscou pelo nome da empresa, ela quer a empresa, não uma oferta. O mesmo vale para quem chega por indicação. Nesses casos, mandar para uma landing page estreita mais atrapalha do que ajuda.
A página continua a conversa que o anúncio começou. Se muda de assunto, a pessoa vai embora.
O erro do meio do caminho
Criar uma landing page e nela colocar o menu inteiro do site. O menu é um convite para sair: com ele, parte do tráfego que você pagou vai passear pelo site e não volta. Landing page tem logo, conteúdo e a ação — e só.
Perguntas frequentes
Posso ter várias landing pages?
Sim, e é o normal: uma por oferta ou por público. Elas não precisam aparecer no menu do site.
Landing page atrapalha o SEO do site?
Não, desde que cada página tenha conteúdo próprio e não repita a mesma coisa em endereços diferentes.
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